Sou poliglota, mas ninguém me compreende. O que há com a minha comunicação?

Informar é comunicar e se fazer compreender, independentemente do nível cultural do leitor ou do seu grau de conhecimentos. A leitura fácil e de compreensão rápida faz com que o leitor assimile o texto de forma mais ampla e objetiva, não o deixando com dúvidas quanto ao significado de alguma palavra rebuscada ou técnica. Porém, uma leitura leve exige um escritor menos formal, que saiba comunicar sem complicar. Mas as empresas trabalham com esses profissionais, a fim de solucionar os principais problemas de comunicação? A maioria não!

Já dizia a letra da música de Milton Nascimento: “todo artista tem que ir aonde o povo está”. O segredo da comunicação está aí, é preciso escrever de forma que toda e qualquer pessoa possa compreender um texto, independente da complexidade do assunto abordado. O grande problema está, na verdade, nos muitos gestores, que se dizem poliglotas e têm um vasto conhecimento em diversas áreas. Muitas vezes eles até sabem ‘o que’, mas não ‘como’ escrever e, ao redigirem um texto para seus funcionários e parceiros, pecam pelo fato de sobrecarregarem os documentos com frases, palavras e jargões de pouco entendimento da grande maioria, propiciando assim, as enormes falhas na comunicação.

Diversos estudos adaptados à estrutura da língua portuguesa demonstraram que a capacidade de memorização imediata de uma pessoa é limitada a um máximo de 40 palavras por frase e, temas abstratos ou com vocabulários rebuscados dificultam a leitura e compreensão. E convenhamos, um texto que em parte ou no todo, precise de uma segunda leitura para assimilação, é um grande chamariz para a desistência. Assim, se o tema for de relevância para a organização, mas foi escrito com vocábulos pouco conhecidos por parte dos colaboradores, esse texto corre um grande risco de não atingir o seu objetivo.

Entretanto, quando um assunto é escrito de forma concisa demais, com um vocabulário muito limitado ou seguidas repetições de palavras, ele também provoca um efeito negativo, que favorecem a monotonia e desmotivação do leitor. Um texto para ser bem compreendido não pode ser nem ‘oito’ e nem ‘oitenta’, ele precisa ser claro, sucinto, objetivo, mas com palavras de despertem o interesse do colaborador ou parceiro em ler.

A exemplo disso, temos o ex-presidente Jânio Quadros, que tinha como marca registrada fazer discursos com uso de vocábulos pouco comuns e que normalmente não se ouvia no dia a dia, porém como um comunicador habilidoso, ele transpassava a informação também através do tom de voz e expressão corporal, o que dava um complemento perfeito na transmissão da informação que desejava passar. É claro que comunicar oralmente é um pouco mais fácil, por questões visuais, mas na escrita é mais ou menos dessa forma, para que haja uma melhor compreensão do texto é preciso que haja coesão e simplicidade, na medida, nas palavras.

É claro que desenvolver uma excelente e transparente comunicação dentro da organização, não é uma tarefa fácil, mas quando realizada por uma equipe especializada no assunto e que entende as formas de linguagem necessárias para a compreensão do público alvo da organização, o trabalho se torna mais simples e melhor elaborado. Assim, contratar uma equipe que desenvolva todo o planejamento de comunicação dentro da empresa, é a melhor maneira de evitar grandes e desnecessárias falhas de comunicação.

É preciso que os gestores entendam que ser poliglota e saber falar e escrever bem, as vezes não são o suficiente para a clara compreensão do leitor. Nem sempre escrever rebuscado, de forma técnica e com ortografia impecável, são suficientes para fixar uma ideia na mente de um leitor.

Esse é o trabalho da Convictiva Comunicação, que há mais de 20 anos atua no mercado oferecendo soluções completas de comunicação para diversas organizações. Com uma equipe treinada e especializada, a Convictiva desenvolve todo o planejamento de comunicação de acordo o público dos seus clientes. Para quê continuar informando de maneira pouco compreensível para maioria, se a organização pode contar com uma ajuda de peso para auxiliar na comunicação? Nós trabalhamos com o principal objetivo de aproximar ainda mais a empresa dos seus públicos internos e externos.

18 outubro 2017