Prolixo eu? Será que é por isso que ninguém me entende?

Prolixo eu? Será que é por isso que ninguém me entende?

Comunicação, como todo mundo já sabe, não se resume apenas ao ato de proferir determinado número de palavras ou escrever um tamanho expressivo de frases, mas em ter a capacidade de se fazer compreender e expressar realmente o que é desejado, sem que haja ruídos ou qualquer tipo de interpretação errônea. Contudo, nem sempre isso é possível, principalmente, por conta dos gestores que, muitas vezes, não sabem lidar com a comunicação e acabam por ser prolixos e incompreensíveis para com seus públicos.

Nessa nova era de globalização, onde a palavra de ordem é “para ontem”, o tempo se tornou o bem mais precioso dos profissionais e das empresas, assim, é preciso que os gestores e líderes compreendam que, por vezes, muito tempo é desperdiçado com assuntos desnecessários e temas de pouca relevância. Para quê perder horas explicando uma situação ou escrevendo um texto longo, se é possível ser conciso e atingir o público de maneira mais objetiva?

Comunicar de forma clara e eficiente não significa falar ou escrever demais e, é exatamente nesse ponto que ocorrem os grandes pecados corporativos. Muitos profissionais para mostrar destreza e trabalho, acabam se colocando, verbalmente ou pela escrita, de forma extensa, se tornando prolixos em demasia, o que é ruim tanto para a empresa, quanto para a carreira do profissional. Em um longo texto, o leitor pode acabar se desinteressando pela leitura e buscando com os colegas um resumo do documento e, em uma palestra ou reunião, os ouvintes e colaboradores poderão se distrair ou até não entender aonde aquela conversa pode chegar, causando assim, ruídos e desentendimentos entre os funcionários e presentes.

É imprescindível que os profissionais, gestores e líderes compreendam que, os textos demasiadamente longos, com o famoso “embromation”, não trazem nenhuma efetividade e, pior, irritam quem está lendo e não entregam a mensagem como deveriam. Entendam que, a prolixidade não contribui em nada, ao invés disso, só atrapalha, por que o fato é que, ser extenso demais, faz com que as pessoas simplesmente não entendam o que está sendo dito. Além disso, a desorganização das ideias; vocabulário limitado; presença de vícios de linguagem, entre outros, podem ajudar no processo de desentendimento do leitor. Compreendam também que, escrever rebuscado ou enrolar vagarosamente sobre determinando assunto, não fixa uma ideia na mente de um leitor e muito menos passa a informação necessária. Para ter uma boa comunicação é preciso ser claro, conciso e objetivo.

E esse é o trabalho que a Convictiva Comunicação preza há mais de 20 anos no mercado. A Convictiva atua oferecendo soluções completas de comunicação para diversas organizações, através de uma equipe treinada e especializada, que desenvolve todo o planejamento de comunicação de acordo com o interesse dos seus públicos. Nós trabalhamos com o principal objetivo de transparecer de forma clara e sucinta as informações necessárias aos públicos dos nossos clientes.

13 setembro 2017